quinta-feira, 28 de Maio de 2009
domingo, 24 de Maio de 2009
sexta-feira, 22 de Maio de 2009
quinta-feira, 21 de Maio de 2009
Good Bye Lenin!
[Verdadeiramente,
uma das cenas mais memoráveis e poderosas da história do cinema moderno.]
quarta-feira, 20 de Maio de 2009
Amor Cão
"O que é o amor?". É a pergunta a que procura responder Alejandro G. Iñárritu, em Amores Perros (2000). [Já é quase clássica a minha insistência em começar as trilogias ao contrário.] Apesar de ser, provavelmente, uma das perguntas mais subjectivas de todos os tempos, é possível encontrar um retrato comum, pintado essencialmente com violência, dor, muito sangue e, acima de tudo, humanidade, onde a crueldade de cada destino converge num acidente brutal, relembrando a todos de que basta apenas um momento para transformar uma vida de encanto na realidade mais angustiante e desesperada. O carácter destruidor e auto-destrutivo dos cães, enquanto elo de ligação entre as personagens, parece também minimizar as diferenças entre os homens e os animais. E todas as feridas e mutilações mentais e emocionais que o filme nos provoca servem para demonstrar que também somos o que perdemos.segunda-feira, 18 de Maio de 2009
What do you see?
Think of him as a living murder weapon. His genetics load the gun, his psychology aims it, and the environment pulls the trigger. [Criminal Minds, No Way Out (2): The Evolution of Frank ]
sábado, 16 de Maio de 2009
sexta-feira, 15 de Maio de 2009
Eternal Sunshine Of The Spotless Mind.*
Getting them out of your heart is another story.
*Recorrer a clichés é, provavelmente,
um dos riscos idiossincráticos deste estado de hipersensibilidade não imunológica.
[A mim que me importa! :)]
sábado, 9 de Maio de 2009
sexta-feira, 8 de Maio de 2009
“Of course you're all right. You're alive.”

O Skoda Fabia pintado pela estudante britânica Sara Watson, e Andrew Largeman, interpretado por Zach Braff, em Garden State (2004) aparentam algo em comum: a invisibilidade. Mais do que isso: uma representação do sonambulismo e do entorpecimento aos quais se entregam tantas vidas, numa queda vertiginosa em direcção à rotina cinzenta, onde apenas se passeia pela vida na companhia orquestrada da hesitação, da angústia social e da plena insatisfação. Não é, portanto, mais do que uma ilusão óptica que permite ver a subtileza da realidade.
domingo, 3 de Maio de 2009
Holding on to you...
Esta música é certamente um dos momentos da minha vida.
Um momento de realização do passado e separação do presente.
De encontros e despedidas.
Já passou quase um ano desde o aperto no peito.
E em cada vez que a ouço, volto de novo à Casa da Música.
E sinto as lágrimas a escorrer como se o concerto estivesse de novo para começar.
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