O esporão da infelicidade acirra este meu querer; talvez eu saiba que não tenho o direito a ter o que quero, talvez seja essa a minha forma de me punir. Fiz uma coisa que me deveria ter matado. Uma coisa que de algum modo me matou. Mas morrer de algum modo não é igual a morrer completamente - deixar de respirar, perder as delícias da existência, incluindo a de sofrer. Nesse dia em que não morri viciei-me no sofrimento, eu sei.in A Eternidade e o Desejo (2007), Inês Pedrosa
[Eu sei que isto não interessa a ninguém, mas achei por bem avisar que se este blog desaparecer é porque estou a atravessar uma crise existencial, ou com o cérebro formatado para enviar requerimentos via e-mail, ou simplesmente a estagiar. É muito isto que se passa estes dias.]

2 comentários:
como é bom vir aqui. e surpreender-me.
xx
já somos duas a passar por essa fase. o meu ficou mesmo por aqui. talvez encontre um dia forças e vontade para começar de novo, aqui ou noutro lado.
Espero que encontres o teu caminho.
um beijinho
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