*Só para quem fica em casa ao sábado à noite a escrever o relatório de estágio.
Vai a chuva servindo de catalisador, com o bolo de milho e o cappuccino...
There's something to be said about a glass half full. About knowing when to say when. I think it's a floating line. A barometer of need and desire. It's entirely up to the individual. And depends on what's being poured. Sometimes all we want is a taste. Other times there's no such thing as enough, the glass is bottomless. 
Pessoas em estado de turbulência emocional visível ou latente: há uma utilidade de valor inestimável em determinados comportamentos que, numa noite, podem constituir um padrão curioso, relativamente ao qual uma das mais referenciadas funções - de descarga emocional - de um blog só apresenta reservas. Sim, este post é fruto da dita ressaca.



Ser "caloiro"... eis uma situação que traz consigo uma série de incógnitas, que implica uma acção social diferente do habitual..., uma situação aparentemente desagradável e incómoda, que cada um que a sente não sabe definir bem e, por princípio, deseja ver ultrapassada o mais depressa possível. Ser "caloiro" não é uma situação igual em todos os meios universitários: desde o "caloiro" impessoal primeirista duma Faculdade, imbuído de tradicionalismo praxístico e despido de personalidade própria, dado que apenas se dá valor ao conjunto abstracto de "caloiros" e não a cada um em si...até aos "caloiros" dos organismos circum-universitários que são encarados como seres que há que guiar, individualmente, atendendo às características próprias de cada um, uma distância enorme vai. 
O esporão da infelicidade acirra este meu querer; talvez eu saiba que não tenho o direito a ter o que quero, talvez seja essa a minha forma de me punir. Fiz uma coisa que me deveria ter matado. Uma coisa que de algum modo me matou. Mas morrer de algum modo não é igual a morrer completamente - deixar de respirar, perder as delícias da existência, incluindo a de sofrer. Nesse dia em que não morri viciei-me no sofrimento, eu sei.