sábado, 21 de Novembro de 2009

Sugestão Musical.*


*Só para quem fica em casa ao sábado à noite a escrever o relatório de estágio.
Vai a chuva servindo de catalisador, com o bolo de milho e o cappuccino...

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Postais de Natal!








As fotografias e as mensagens falam por si! =)

domingo, 15 de Novembro de 2009

Sinto-me assim.*

There's something to be said about a glass half full. About knowing when to say when. I think it's a floating line. A barometer of need and desire. It's entirely up to the individual. And depends on what's being poured. Sometimes all we want is a taste. Other times there's no such thing as enough, the glass is bottomless.
And all we want, is more.

*Segundo a Dr. Meredith Grey.

sábado, 14 de Novembro de 2009

A pensar sobre isto.

Parte da minha semana foi dedicada a construir um guião de uma entrevista a realizar no âmbito do meu projecto de estágio. Ora, a resposta da minha orientadora contém tanto de desilusão (em relação ao meu trabalho) como de verdade (em relação a tudo o que faço):

"Joana, por favor, não lhe atire em cima com os conhecimentos científicos... Se vai perder tempo a falar com ele, é sobre a sua experiência e a visão do mundo dele que estamos centrados – senão, ele vai ser obrigado a corroborar as suas doutas palavras. Numa palavra: simplifique, a Joana "não sabe". Ele é que é o perito daquilo que queremos que ele fale. Logo, há que reformular todo o guião, abri-lo e torná-lo mais inocente e mais curioso."

[Muito mais haveria a dizer,
mas tenho aqui um desumidificador comigo hoje
que me consome as energias exigidas pelas dinâmicas do pensamento escrito.]

Desculpa, blog.


Pessoas em estado de turbulência emocional visível ou latente: há uma utilidade de valor inestimável em determinados comportamentos que, numa noite, podem constituir um padrão curioso, relativamente ao qual uma das mais referenciadas funções - de descarga emocional - de um blog só apresenta reservas. Sim, este post é fruto da dita ressaca.

quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

You.

I won't ask for much this Christmas...

[Será que se eu dissesse que preciso urgentemente de um mp3, estragaria este post?
Quase de certeza.]

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Presentes de Natal antecipados.

Ganhei um fim-de-semana em Londres.
Obrigada, Mãe.

P.S. Continuo a precisar da câmara fotográfica.
E o meu telemóvel também já conheceu melhores dias.
E ainda consigo ser mais fútil do que isto.

Dedicado.*


Sei que ultimamente tenho partilhado os dias com gente de verdade, gente que sente. Apesar de já desconfiar da mais que provável ausência de palavras, fui reanimada pelo recente e ansiado regresso a esta dimensão bloguística de alguém que, sob o risco de interpretação desadequada, parece sentir-se traída pelo verbo sentir. Esta gente a quem me refiro é uma gente marcada, calejada no corpo e na alma, por constantes rupturas, separações, rejeições. Peçam-lhes a verdade, a mentira, mas nunca a confiança. O caminho é para a frente, sim, mas é um caminho traçado sobre um chão falso, onde o medo de dar o passo em frente prevalece. É um caminho que assume a forma de uma espiral inesgotável de sofrimento sem meta a atingir. Tal como nos blogues, o sofrimento destes rapazes também é escrito, mas sob a forma de relatórios, por assistentes sociais, educadores sociais, técnicos da reinserção social. Às tantas, cunhados por um evento determinado, são rotulados, quase por desdém, sob uma qualquer designação assustadora e desafiante, cabida num desses grandes livros de diagnósticos e patologias criteriosos. Não fossem eles de pequenas guerras, amputariam um dedo em sinal de cobardia. Não estivessem eles na posse da coragem para marcar presença na linha da frente, seriam dados como derrotados ao primeiro sinal de perigo. E também ela, agora, mais do que nunca, deve saber que numa guerra há conquistas e baixas, e tantas vezes há feridas mal saradas. Há vícios nas curas imperfeitas da pressa íntima da batalha à chuva, que molha e não escorre sozinha pelo rosto culpado que abriga dois olhos abertos em direcção ao amanhã, inclinados para a mudança de rumo, mesmo que relevadores do sentimentalismo vadio provocado pela inquietação da perda. Quando a comecei a ler, perscrutava a mesma sincera inaptidão. Aprendi sozinha que quem chora por amor compõe ternura nas lágrimas vaidosas, vive e sente de forma elegante, clássica e prosaica o desassossego intelectual da perda. Pois que sentir é possivelmente um dos sentimentos que mais estrutura requer, porque implica sempre mais uma viagem, esta de retorno, à paz e à inocência iniciais. E nem todos são capazes.

A Eles, e a Ela.

domingo, 8 de Novembro de 2009

Eu colo cenas nos frigoríficos.


As mulheres que vivem sozinhas dividem-se em dois grupos: as mulheres que colam cenas nos frigoríficos e as mulheres que não colam cenas nos frigoríficos. Entenda-se por cenas coisas tipo fotografias, ímanes das viagens que fazem, contas por pagar, desenhos feitos em guardanapos de café e afins... Acho que sempre me interessei mais pelas mulheres que colam cenas nos frigoríficos. Normalmente são mulheres com mais garra emocional. Riem e choram com mais facilidade porque tudo o que lhes aconteceu na vida teve importância, má ou boa. Aliás, colar cenas no frigorífico é precisamente isso: tentar agarrar pedacinhos da vida e fazer um pequeno mural com eles para que nunca desapareçam. É verdade que viver com uma mulher que cola cenas no frigorífico é um desafio maior, mas também é verdade que a vida fica mais condimentada. Há uma espécie de caos nestas mulheres que eu adoro. É o caos dos cabelos sempre por pentear, é o caos das calças pisadas no calcanhar, é o caos do filho que foi para a escola sem a lancheira, é o caos da borbulha que apareceu exactamente na ponta do nariz e por fim é o caos das emoções, aquelas emoções que se manifestam numa lágrima que cai num copo de vinho depois dum jantar que quase queimava, dum sorriso trémulo levemente embriagado e, por fim, dum abraço forte incontrolável. Acho que quando se tem uma namorada que cola cenas no frigorífico é bem possível que essa relação seja duradoura. Duradoura e caótica, é verdade... Mas vivida com muitos altos e muitos baixos. Com uma namorada que não cola cenas no frigorífico até podemos nunca nos chatear mas é certo que a coisa vai acabar cedo. Provavelmente vai até acabar muito antes do seu fim oficial, porque não percebemos logo que a branquidão vazia daquele frigorífico é também o vazio da nossa vida...

[in Ele que não compreende as mulheres.]

sábado, 7 de Novembro de 2009

Espírito Natalício...


... ou natalino, como se diz no Brasil.

sábado, 31 de Outubro de 2009

Cá estamos.

Estado da minha criatividade: ausente.
Limitadíssima, vá.

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

As palavras na porta.


"Mais tarde ou mais cedo, havemos de saber a verdade.
Que fomos moldados pela erosão do vento...
...Assustados pela grandeza das nossas capacidades."

domingo, 11 de Outubro de 2009

Retrospectiva de um ano de lenço à cabeça.

Ser "caloiro"... eis uma situação que traz consigo uma série de incógnitas, que implica uma acção social diferente do habitual..., uma situação aparentemente desagradável e incómoda, que cada um que a sente não sabe definir bem e, por princípio, deseja ver ultrapassada o mais depressa possível. Ser "caloiro" não é uma situação igual em todos os meios universitários: desde o "caloiro" impessoal primeirista duma Faculdade, imbuído de tradicionalismo praxístico e despido de personalidade própria, dado que apenas se dá valor ao conjunto abstracto de "caloiros" e não a cada um em si...até aos "caloiros" dos organismos circum-universitários que são encarados como seres que há que guiar, individualmente, atendendo às características próprias de cada um, uma distância enorme vai.

Caloiro do Orfeão, a quem dirijo especialmente estas palavras, tu não és um "caloiro" qualquer! Sentirás a tua situação, viverás durante um ano aspirando pela qualidade de Orfeonista com "O" maiúsculo e terás que trabalhar para a merecer e conseguir! Enquanto lês este escrito, provavelmente inquires a ti próprio: "Afinal, qual é o meu papel no meio de tudo isto?".

Sim, é verdade! Tens um papel a desempenhar, muito importante, que te vou dizer qual é. Caloiro, o O.U.P. adquiriu e mantém o seu prestígio graças ao esforço e dedicação de sucessivas gerações de Orfeonistas...dos tais com "O" maiúsculo! Aqueles que saem, no fim da sua vida orfeónica, não receiam, com a sua saída, perigar a existência do Organismo: confiam nos que ficaram e nos que entraram. Também os que ficam não temem que a sua dedicação seja vã, pois esperam que aqueles que entraram, os "caloiros", continuem, num futuro próximo, a levar bem alto, o facho que há já longas décadas arde sem desfalecimento.

Como vês, caloiro, todos confiam, não no que és presentemente, nota bem, mas sim no que poderás vir a ser, confiam nas tuas possibilidades e no teu querer de as evidências, confiamos nós que, actualmente, guiamos o barco, confiam aqueles que já o deixaram mas continuam íntima e espiritualmente ligados ao O.U.P.; confiam os cinquenta o tal anos de existência do Orfeão que serão, possivelmente, o juiz mais severo do teu comportamento! Compreendes agora, verdadeiramente, o que vem a ser o "caloiro" do O.U.P.? Aqui, ser "caloiro" é tirocinar, apreender e aprender, colher da experiência dos"velhos" o que te falta para, juntamente com dedicação, boa vontade e carácter, estares um dia apto a ser um dos tais Orfeonistas com "O" grande. Tens que te submeter à orientação dos mais velhos para que possas, futuramente, vir a orientar também.

Como verificas, ser "caloiro" no Orfeão é uma situação positiva, trabalhosa, é certo, mas que serve para aquilatar do vosso potencial; na realidade, é uma oportunidade que se vos dá a todos e, como diz a parábola, "quando a seara estiver madura, fácil será sparar o trigo do joio"... no entanto, esperamos que o joio nem sequer chegue a vingar! Caloiro, só poderás conhecer, compreender e gostar do Orfeão desde que saibas ser "caloiro", desde que procures, na tua situação de aprendiz, aprender de facto; como já tive ocasião de te dizer, terás que ceder um tanto da tua própria maneira de ser para te integrares verdadeiramente no Orfeão e não te manteres como um ser aparte; verás que ser "caloiro", aqui, no O.U.P., constitui uma das mais interessantes experiências que terás ocasião de viver!

Repara, amizade e camaradagem só têm bases firmes e duradoiras quando cimentadas pela colaboração mútua, pelo trabalho realizado em comum em prol de um ideal também comum. Tu, caloiro, vais conhecer esse ideal, vais trabalhar connosco, melhor, vais aprender a trabalhar pelo Orfeão.

Caloiro, quando, um dia, eu já cá não estiver e tu pensares em dedicar algumas linhas aos "caloiros" que nessa altura venham a entrar no Orfeão, reconhecerás então, pela segunda vez, que tenho plena razão!

Beirão Reis in revista do OUP, Dezembro de 1964

quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

Sinto-me assim.*

Where there was weakness, I found my strength
All in the eyes of a boy

Na realidade, sinto(-me) muito mais. Ainda assim, não o suficiente para revelar já tudo de uma vez. Terminei há momentos o meu primeiro relatório de estágio. A objectividade ajudou-me a desviar da emoção que me tem atingido por estes tempos de auto-conhecimento. E sem ainda conhecer detalhes sobre o passado de cada um dos treze rapazes ao lado de quem vou estar durante os próximos quatro meses, já aprendi que crescer sem amor tem consequências catastróficas. E porque todos somos uma grande família, tenho todo o orgulho em partilhar convosco a minha nova Casa, onde cada jovem é uma esperança :)

domingo, 27 de Setembro de 2009

Mais imagens bonitas (ou não!)...


Pior do que mais 20 iguais a este? Pior é impossível!

Guilty.


Ainda estive vai-não vai para colocar só esta imagem.
Mas afinal quem ganha é quem fica em primeiro!
O Benfica que o diga este ano.*

[* Este blog está estúpido, de todo.]

quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Closed.

Hoje estive mesmo disposta a vir aqui expor as imensas façanhas que me obrigam a manter este blog a meio gás. Mas depois pensei que não queria receber nenhum comentário a dizer "Who cares?". De maneiras que fico-me por aqui. Boa continuação.

terça-feira, 15 de Setembro de 2009

'Cause there's beauty in the breakdown.

O esporão da infelicidade acirra este meu querer; talvez eu saiba que não tenho o direito a ter o que quero, talvez seja essa a minha forma de me punir. Fiz uma coisa que me deveria ter matado. Uma coisa que de algum modo me matou. Mas morrer de algum modo não é igual a morrer completamente - deixar de respirar, perder as delícias da existência, incluindo a de sofrer. Nesse dia em que não morri viciei-me no sofrimento, eu sei.

in A Eternidade e o Desejo (2007), Inês Pedrosa

[Eu sei que isto não interessa a ninguém, mas achei por bem avisar que se este blog desaparecer é porque estou a atravessar uma crise existencial, ou com o cérebro formatado para enviar requerimentos via e-mail, ou simplesmente a estagiar. É muito isto que se passa estes dias.]

sábado, 5 de Setembro de 2009

Merci, mon amour.

quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Lost.


Afinal não sou a única que anda com esta música na cabeça.

terça-feira, 1 de Setembro de 2009

Long time, no post.


I took the stars from our eyes, and then I made a map
And knew that somehow I could find my way back
Then I heard your heart beating, you were in the darkness too
So I stayed in the darkness with you.

sexta-feira, 21 de Agosto de 2009



vou ali e já venho.


sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

Just in case.



Hoje percebi que tenho sempre as malas feitas.

segunda-feira, 10 de Agosto de 2009







volta.






Para sonhos bonitos.

Antigo moinho: local do castelo original

Quarto das Cinco Rainhas

Castelo de Chenonceau

La semaine prochaine: Funchal!